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Estudo mostra que células acneicas retardam envelhecimento

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Os sinais de envelhecimento, como rugas, aparecem muito mais tarde em peles acneicas. E a ciência descobriu porquê.
 
As pessoas que têm uma pele com tendência acneica tendem a ter telómeros mais longos nos glóbulos brancos, o que significa que as células estão mais protegidas contra o envelhecimento. Os telómeros são estruturas encontrados na extremidade dos cromossomas que encolhem à medida do avançar da idade. São também estas sequências que dão estabilidade estrutural ao cromossoma.
 
Um novo estudo, publicado no ‘Journal of Investigative Dermatology’, mediu os comprimentos dos telómeros de leucócitos em 1205 gêmeos do centro de registos ‘TwinsUK’, no qual um quarto dos gémeos relatava ter tido acne até à data.
 
As análises estatísticas ajustadas à idade, parentesco, peso e altura mostraram que o comprimento dos telómeros de quem sofre de acne era significativamente mais longo, o que significa que as células brancas do sangue estiveram mais protegidas contra a deterioração normal a que o avançar da idade obriga.
 
Cada vez mais, os dermatologistas têm notado que a pele dos portadores de acne parece envelhecer mais lentamente do que a pele das pessoas sem qualquer história de acne. Os sinais de envelhecimento, como rugas, aparecem muito mais tarde em peles acneicas.
 
Se durante muitos anos os dermatologistas identificaram a pele dos portadores de acne como um órgão que envelhece mais lentamente, este estudo descobriu agora a razão. «Os nossos resultados sugerem que a causa possa estar ligada ao comprimento dos telómeros que parece ser diferente em pessoas que sofrem de acne, e as suas células parecem estar protegidas contra o envelhecimento. Ao olhar para as biópsias de pele, fomos capazes de começar a entender as expressões genéticas relacionadas com esta evidência», afirma Dimone Ribero, autor líder do estudo, em declarações à ‘Science Daily’.
 
Fonte: Cosmetic Innovation
 
 

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