+55 11 3758.5870 - 55 11 9.9961.8727

Artigos

Crescimento da indústria cosmética deve impulsionar uso de sorbitol nas formulações

compartilhar facebook Twitter
Ativo extraído de fontes vegetais tem propriedades umectantes semelhantes às de compostos petroquímicos e oferece benefícios como menor impacto ambiental e segurança toxicológica.
 
Álcool obtido a partir de fontes vegetais renováveis, como frutas e cana de açúcar, o sorbitol deverá ter crescimento de sua demanda na indústria cosmética, segundo um relatório internacional da empresa de pesquisa e consultoria em tecnologia TechNavio. O ingrediente é utilizado como umectante e emoliente na produção de cremes, emulsões e loções, além de cremes dentais.
 
O documento mostra projeções do mercado global de sorbitol entre os anos de 2017 e 2021, considerando também o uso do insumo nas indústrias alimentícias e farmacêuticas. Na América Latina, a expectativa é de geração de US$ 282,2 milhões pelo sorbitol. Em todas as regiões, o aumento na demanda é impulsionado por seu uso em produtos de cuidados pessoais.
 
“Na América Latina, espera-se que o mercado de cosméticos cresça a uma taxa mais elevada em comparação com os EUA, devido ao aumento da demanda de países como Brasil e Argentina. O crescimento da indústria de higiene pessoal e cosméticos deve impulsionar a busca por sorbitol na região durante o período analisado”, esclarece no documento Kshama Upadhyay, especialista em pesquisa de especialidades químicas da TechNavio.
 
Luiz Gustavo Martins Matheus, diretor técnico da fabricante de bioativos para a indústria cosmética Mapric, explica que a função umectante do sorbitol promove a manutenção do teor de água no produto. “Em formulações emulsivas, por exemplo, o sorbitol mantém o teor de umidade na superfície da emulsão, evitando a formação de uma película rígida que pode prejudicar o sensorial do produto. Já nos cremes dentais, pode ter também a função de co-emulsionante, espessante e até mesmo edulcorante”.
 
A busca crescente por ingredientes naturais e sustentáveis nas formulações cosméticas também pode expandir a demanda pelo sorbitol. “Algumas das vantagens do sorbitol em relação a produtos petroquímicos estão relacionadas à sua origem renovável e características de segurança toxicológica, comprovadas por inúmeros artigos científicos”, esclarece o diretor técnico.
 
O sorbitol é obtido pela hidrogenação catalítica da glicose ou da frutose, afirma Matheus. Na maioria das vezes, estes monossacarídeos são extraídos de frutas como maçã, ameixa, uva e caju. O gasto de energia e a emissão de gás carbônico para esta produção são muito baixos, além do fato de o sorbitol ser um produto biodegradável em comparação aos umectantes petroquímicos tradicionais. “Estes pontos podem ser muito importantes, dependendo do conceito que o produto cosmético tenha para o consumidor”, ele ressalta.
 
Em 2014, a fabricante global de cosméticos Lush reformulou a base de seus sabonetes, retirando o óleo de palma e seus derivados, bem como o monopropilenoglicol (MPG), que é um derivado petroquímico. O sorbitol foi o ingrediente escolhido para substituir o MPG, segundo a diretora-geral da Lush no Brasil, Renata Pagliarussi. “Todos os nossos sabonetes levam sorbitol em sua composição. Escolhemos esta matéria-prima por sua ação umectante e estabilizadora. Ela impede a perda de água pela pele ou cabelo. Também há sorbitol em nossos tabletes dentais, pois ele é um edulcorante que confere sabor adocicado, sem causar cáries”, explica.
 
Pagliarussi afirma que a Lush Brasil utiliza dois tipos de sorbitol, sendo um comprado pelo Brasil e produzido na Indonésia, e o outro importado da Inglaterra e fabricado na China. Ela destaca que o sorbitol tem propriedades em comum com os ativos petroquímicos, mas com menos impacto ambiental. “Entendemos que, à medida em que a busca por produtos mais sustentáveis aumente, as empresas, a exemplo da Lush, também comecem a substituir por sorbitol aqueles ingredientes com impacto nocivo ao meio ambiente”.
 
Amanda Veloso
Fonte: Brazil Beauty News

He went on to produce his own watches a few years later, and replica watches the Rolex name came about in 1908. In about 1920 he moved to Bienne, Switzerland to open Montres Rolex S.A., which is when everything really begun. Just six years later the brand's hallmark product family would be released. One thing is notably absent from the 1926 Rolex Oyster replica watches. The trademark crown logo is missing. Rolex didn't come up with the crown logo until the early 1930s, but you can see that on one of the pieces the Rolex name was presented in the same font and style that it is in today. You'll also notice the replica watches uk fluted bezel, which is also a hallmark of Rolex design on today's Datejust and Day-Date models (among others) This was part of replica watches the patented water-resistance system employed in the Rolex Oyster. Hermetically sealed, the Rolex Oyster was innovative not just for being able to be taken into the water, but for resisting a range of replica watches sale liquids and particles such as dust from entering the case.